A pedido de Merin, capitão de Berz, reuniram-se na taberna Tyr, Desmond, Medivh e Alyan. Merin solicitou aos aventureiros que recuperassem o cálice Volt. Segundo ele, o artefato estava em uma cripta na base da montanha, logo após atravessar a floresta Arg. Como prêmio foi oferecido 500 florins para cada um. Depois de conversar a respeito eles aceitaram a proposta.
A viagem duraria quatro dias para ir e voltar. Saíram de Berz no dia seguinte e chegaram à região de fazendas ao por do sol. No horizonte avistaram a floresta. Decidiram acampar por ali e felizmente havia uma casa perto que pertencia a Krun, um grande amigo do pai de Tyr, e ele permitiu aos viajantes passarem a noite em sua propriedade, além de fornecer alimento.
Na manhã seguinte entraram na floresta. Havia somente alguns vestígios de uma antiga estrada. No mais, a mata era fechada e intocada. O dia avançava rapidamente e em certo momento os viajantes foram abordados por uma bruxa. Ela não apareceu apenas perguntou o que eles faziam ali. Por sorte, eles tiveram autorização para atravessar a floresta desde que não retirassem nada de lá.
Quando a noite chegou eles estavam quase no final da floresta. Montaram acampamento. Durante a vigia foram abordados por dois gobins que cobravam pedágio. A conversa não durou porque Alyan atacou um deles. Em seguida, os demais ajudaram e eles foram abatidos.
Saindo da floresta, na manhã seguinte, os viajantes avistaram a entrada da cripta. Ao mesmo tempo, ouviram um barulho vindo da mata. Era um grupo de globins, liberado por um Hoeblogin. Eles se olharam e começaram a correr...
Dentro da cripta, depois de barrar porta, foram aos poucos explorando as salas a procura do cálice. Tyr escapou por pouco de uma armadilha ao vasculhar um baú, mesmo assim ele ficou contente por encontrar algumas gemas. Nas próximas salas enfrentaram, sem muita dificuldade, esqueletos e zumbis.
Em uma delas jazia um corpo com uma nota selada. Era do Vaticano, oferecendo 10.000 florins para quem levasse o cálice a Roma. Mais a frente, o caminho estava fechado. Havia uma porta selada. Alyan tentou arrombá-la, sendo lançado para trás. Medivh e Desmond perceberam a magia ali. Só seguiram em frente porque havia um buraco na parede ao lado.
Na próxima sala, em um lindo baú ornamentado, encontraram o cálice. Durante todo esse trajeto uma voz os ameaça e os mandava ir embora. Com o cálice em mãos, eles ouviram: “Muito obrigado. Todos nesta sala estão bem agora. Levem-me para o me templo”. Além de ajuda para destruir um antigo mal que ali habitava.
Consideram retornar, mas decidiram ir até o fim. Alyan correu em direção à próxima porta, levando o cálice. Ao derrubá-la ele sumiu na escuridão. Em pouco depois, ele foi arremessado de volta. Desmond foi até lá, Medivh e Tyr ficaram mais distantes, na entrada. Seu oponente era Bergahazza, um demônio.
Tyr atirou suas flechas, Medivh usou magia de água. Enquanto isso, o guerreiro e o paladino lutavam corpo a corpo com ele.
Após muito esforço e sorte eles venceram. Encontram um baú com alguns itens mágicos. Atrás do trono havia uma passagem secreta. Respiraram aliviados porque a passagem por onde vieram havia desmoronado no início da batalha. Cansados e com fome decidiram dormir ali na sala. Também porque depois de sair pela passagem avistaram os goblins acampados na entrada da cripta.
Durante a madrugada, Alyan acordou os demais e disse que o Hoegoblin chamado Morloc queria conversar. Mesmo com a desconfiança no ar, os aventureiros aceitaram. E devido a um inimigo em comum, a bruxa da floresta, foi formada uma aliança. Não havia muita escolha porque precisariam voltar pelo mesmo caminho.
No dia seguinte partiram para a floresta em direção a casa da bruxa. Sua presença foi ocultada pelos amuletos de madeira dados pelos goblins. Eles foram feitos pelo ente Broc que fora capturado pela bruxa. No crepúsculo o acampamento foi montado em uma clareira.
Tyr ficou de vigia em um ponto alto. Os demais revezaram no acampamento. Os goblins comeram, beberam e dormiram sem preocupação. Por volta do meio dia, chegaram ao topo do morro. Avistaram a casa da bruxa, parecida como uma oca, e um altar na parte de trás. Nele uma árvore grande e antiga, toda negra, estava acorrentada. Ali a bruxa estava realizando um ritual de trevas.
Um dos goblins correu na direção da casa, sendo percebido pela bruxa. Ela deu uma ordem. Então, um troll saiu de dentro da cabana. Ele matou o goblin com facilidade e começou a correr na direção do grupo. Desmond e Alyan também correram na direção dele.
A batalha não durou muito. Alyan com um golpe certeiro conseguiu cortar um dos braços do troll. Em seguida, Desmond o feriu na perna impedindo seus movimentos. De longe, Tyr usou suas flechas e Medivh conjurou três tentáculos de água. O troll foi derrotado, mas não estava morto.
Nesse tempo a bruxa percebeu a presença dos aventureiros. Ela prendeu Morloc e atacou Alyan, o feriu gravemente com suas garras, jogando-o para longe. Todos ficaram surpresos com isso e a tensão aumentou ainda mais.
Em seguida, usando o caminho das plantas, ela atacou Medivh com galhos próximos, ele usou uma magia de ar para se defender e com isso tomou menos dano. Os demais também foram atacados, mas não sofreram danos graves. Mesmo assim, todos sabiam que a luta não poderia durar muito tempo. Era vida ou morte em jogo.
Desmond usando sua lança conseguiu feri-la gravemente, enquanto era alvejada pelas flechas de Tyr. Por fim, um ataque mágico de água foi o golpe final. Nisso, o mago e o paladino foram até Alyan. Ele estava muito mal. Medivh usou ervas e uma magia de água para curá-lo, enquanto Desmond impôs suas mãos fazendo uma prece. Alyan começou a melhorar. Foi por pouco.
A magia de trevas dissipou-se. A árvore em cima do altar voltou ao normal. Era Broc, o ent da floresta. Como recompensa por matar a bruxa, o ente disse que eles teriam sempre livre passagem pela floresta desde que usassem seus recursos sem exploração ou ganância. Além disso, o amuleto funcionaria em outras regiões governadas por entes, no mínimo eles teriam direito a uma conversa.
A noite chegou e com ela a comemoração. Comida e bebida providenciada pelo ente. Os goblins festajavam. Houve um momento de tensão nessa noite. Tyr queria matar Morloc. Os demais não concordaram com a ideia e conseguiram convencê-lo. Rangers imprevisíveis.
No dia seguinte um goblin mostrou o caminho. Saindo da floresta chegaram ao anoitecer na casa de Krun onde ficaram novamente. Foi outro momento de confraternização. Finalmente retornaram a Berz. Assim que chegaram foram convocados ao castelo. Tyr já estava longe, tinha ido a taberna. Os demais atenderam ao chamado.
Na sala estavam presentes o Lorde Batemberg, Merin, o Lorde Loth e o padre Peter. Desmond colocou o cálice sobre uma mesa no centro da sala. Um pouco depois Tyr chegou, após ser novamente “convidado”.
O conselho falou abertamente. O cálice teria dois destinos. Merin disse que deveria ir para Arcadia. Essa era a determinação da Ordem de Graal. Contudo, a ordem de Salomão queria um local mais neutro. Lorde Loth foi bem claro sobre isso.
Os Lordes explicaram os custos da viagem tão longa, sendo que no final da reunião o ranger e o mago receberam os 500 florins combinados. O conselho perguntou a todos se eles aceitariam levar o cálice a Capela de São Pedro no Vaticano e pediu uma resposta no dia seguinte.
Medivh e Tyr saíram conversando sobre o assunto. Desmond permaneceu com seus superiores e Alyan, mais tarde, em conversas e testes foi aceito por Lorde Loth como iniciante na ordem de Salomão. No outro dia, o conselho pediu a resposta.
Alyan e Desmond aceitaram. Não tinham escolha. O mago demonstrou interesse em Arcádia, mas entendia as questões políticas. Com isso, pediu conhecimento ou status para aceitar. Lorde Loth deu a ele um anel como símbolo da proteção da ordem em suas regiões. Tyr também recebeu um e ele aceitou desde que fosse a maior oferta em dinheiro. Ambos receberam adiantados 2.500 florins cada um juntamente com uma ameaça em caso de traição. O Lorde Batemberg informou que eles receberiam uma carroça para levar o baú mágico onde o cálice será transportado, mantimentos para sete dias e dois cavalos. Eles foram dispensados. Muito tinha que ser feito antes de partirem.
Um mês após a ordem do Lorde os aventureiros, junto com Merin, foram partiram para Estrosburgo. Exceto Alyan que tinha ido antes com o Lorde Loth. Saindo de Berz a estrada era movimentada. Viam-se os campos e plantações ao redor. Quase na metade do caminho, exatamente na divisa entre as cidades, havia uma pequena construção. Ao lado dele quatro homens estavam parados. Assim que o grupo tentou avançar foram impedidos por eles.
A luta foi rápida, mas muito intensa. Golpes de espadas ressoavam. Tyr com movimentos rápidos conseguiu vencer um dos inimigos rapidamente e outro logo depois. Medivh imobilizou o terceiro usando uma seta gelo, conjurada com muito esforço e concentração devido ao ferimento que recebera. Desmond e Merin finalizaram o último deles. Descobriram que vieram a mando da Ordem do Dragão para matar Merin.
Chegando em Estrosburgo foram recebidos na casa do LordLoth. Mais tarde reuniram-se em uma sala para decidir a próxima etapa da missão. Escolherem a cortina de fumaça ao invés do exército. Este último seria enviado para lutar em Praga enquanto os quatro aliados levavam o cálice a Roma. A decisão agradou mais a Ordem de Graal do que a Ordem de Salomão.
Durante duas semanas, enquanto os preparativos da viagem eram feitos, o guerreiro, o paladino, o ranger e o mago puderem explorar a cidade. Alyan e um dos serviçais ficaram de guia. Visitaram vários comércios na cidade – Leão Dourado, Gamba de Prata, Taberna Cálice Dourado. Investiram em prata considerando o futuro inimigo. Medivh comprou roupas e ainda conseguiu informações sobre a erva que encontrou na cabana da bruxa na floresta Arg.
No final do período, após quatro dias do exército ter sido enviado a Praga, eles partiram. Alyan e Desmond a cavalo. Medivh e Tyr na carroça que levava o cálice e mantimentos. O mapa incluía passar pela Basileia, Genova, Pizza, Siena e finalmente Roma. A viagem correu sem problemas até Basileia. Lá pediram comida e bebida em uma estalagem logo na entrada da cidade.
Tyr iria dormir na carroça para vigiá-la. O ranger aproveitou para visitar o bordel. Após a refeição Desmond e Medivh foram dormir enquanto Alyan continuou bebendo. Um pouco depois um home se aproximou e entregou uma carta selada.
De volta a mesa descobriram que a batalha em Praga havia começado. Eric, o homem misterioso, era feitor da ordem de Graal na cidade. Na manhã seguinte partiram para Genova. Em uma semana chegaram ao destino.
Os aventureiros foram recebidos na casa de Pablo, um nobre do alto escalão da Ordem de Graal. Ele informou sobre a batalha. Haviam sido derrotados e Lord Batemberg capturado e morto. Estrosburgo foi tomada e Berz está sitiada.
Diante dessa reviravolta, eles receberam ordens para voltar e ajudar Berz. O cálice seria levado por eles dali até Roma. Depois das formalidades todos concordaram. Após uma semana eles partiram junto com mil soldados romanos e setecentos templários sob o comando do Legate Maximinianus.
Depois de semanas de viagens, desviando de Estrosburgo, chegaram a região de Berz. Dentre as estratégias elaboradas Tyr junto com outros soldados foram capturar batedoras para obter informações do inimigo. Descobriram que eram novecentos e cinquenta homens acampados na área em frente a cidade.
O ataque começou no dia seguinte. O inimigo não esperava e o elemento surpresa garantiu vantagem, além da numérica. A batalha foi violenta. Enquanto soldados romanos e templários entravam em meio ao exército inimigo, os aventureiros lutavam no caminho aberto.
Tyr travou uma luta singular com um guerreiro hábil que usava uma espada longa. Depois de receber muitos feridos finalmente conseguiu vencê-lo. Desmond e Alyan desferiam golpes um após o outro. Medivh manteve-se na retaguarda lançando magias em inimigos próximos.
Cansados e machucados, em meio a corpos, sangue e gritos, bradavam vitoriosos. Foram até os portões de Berg. Merin os recebeu em comemoração. Os elfos que defendiam as muralhas saíram então de suas posições e foram em direção ao castelo. Assim Berz foi salva e cada um deles foi até suas casas e famílias enquanto mantimentos e água eram trazidos para a cidade.
A viagem duraria quatro dias para ir e voltar. Saíram de Berz no dia seguinte e chegaram à região de fazendas ao por do sol. No horizonte avistaram a floresta. Decidiram acampar por ali e felizmente havia uma casa perto que pertencia a Krun, um grande amigo do pai de Tyr, e ele permitiu aos viajantes passarem a noite em sua propriedade, além de fornecer alimento.
Na manhã seguinte entraram na floresta. Havia somente alguns vestígios de uma antiga estrada. No mais, a mata era fechada e intocada. O dia avançava rapidamente e em certo momento os viajantes foram abordados por uma bruxa. Ela não apareceu apenas perguntou o que eles faziam ali. Por sorte, eles tiveram autorização para atravessar a floresta desde que não retirassem nada de lá.
Quando a noite chegou eles estavam quase no final da floresta. Montaram acampamento. Durante a vigia foram abordados por dois gobins que cobravam pedágio. A conversa não durou porque Alyan atacou um deles. Em seguida, os demais ajudaram e eles foram abatidos.
Saindo da floresta, na manhã seguinte, os viajantes avistaram a entrada da cripta. Ao mesmo tempo, ouviram um barulho vindo da mata. Era um grupo de globins, liberado por um Hoeblogin. Eles se olharam e começaram a correr...
Dentro da cripta, depois de barrar porta, foram aos poucos explorando as salas a procura do cálice. Tyr escapou por pouco de uma armadilha ao vasculhar um baú, mesmo assim ele ficou contente por encontrar algumas gemas. Nas próximas salas enfrentaram, sem muita dificuldade, esqueletos e zumbis.
Em uma delas jazia um corpo com uma nota selada. Era do Vaticano, oferecendo 10.000 florins para quem levasse o cálice a Roma. Mais a frente, o caminho estava fechado. Havia uma porta selada. Alyan tentou arrombá-la, sendo lançado para trás. Medivh e Desmond perceberam a magia ali. Só seguiram em frente porque havia um buraco na parede ao lado.
Na próxima sala, em um lindo baú ornamentado, encontraram o cálice. Durante todo esse trajeto uma voz os ameaça e os mandava ir embora. Com o cálice em mãos, eles ouviram: “Muito obrigado. Todos nesta sala estão bem agora. Levem-me para o me templo”. Além de ajuda para destruir um antigo mal que ali habitava.
Consideram retornar, mas decidiram ir até o fim. Alyan correu em direção à próxima porta, levando o cálice. Ao derrubá-la ele sumiu na escuridão. Em pouco depois, ele foi arremessado de volta. Desmond foi até lá, Medivh e Tyr ficaram mais distantes, na entrada. Seu oponente era Bergahazza, um demônio.
Tyr atirou suas flechas, Medivh usou magia de água. Enquanto isso, o guerreiro e o paladino lutavam corpo a corpo com ele.
Após muito esforço e sorte eles venceram. Encontram um baú com alguns itens mágicos. Atrás do trono havia uma passagem secreta. Respiraram aliviados porque a passagem por onde vieram havia desmoronado no início da batalha. Cansados e com fome decidiram dormir ali na sala. Também porque depois de sair pela passagem avistaram os goblins acampados na entrada da cripta.
Durante a madrugada, Alyan acordou os demais e disse que o Hoegoblin chamado Morloc queria conversar. Mesmo com a desconfiança no ar, os aventureiros aceitaram. E devido a um inimigo em comum, a bruxa da floresta, foi formada uma aliança. Não havia muita escolha porque precisariam voltar pelo mesmo caminho.
No dia seguinte partiram para a floresta em direção a casa da bruxa. Sua presença foi ocultada pelos amuletos de madeira dados pelos goblins. Eles foram feitos pelo ente Broc que fora capturado pela bruxa. No crepúsculo o acampamento foi montado em uma clareira.
Tyr ficou de vigia em um ponto alto. Os demais revezaram no acampamento. Os goblins comeram, beberam e dormiram sem preocupação. Por volta do meio dia, chegaram ao topo do morro. Avistaram a casa da bruxa, parecida como uma oca, e um altar na parte de trás. Nele uma árvore grande e antiga, toda negra, estava acorrentada. Ali a bruxa estava realizando um ritual de trevas.
Um dos goblins correu na direção da casa, sendo percebido pela bruxa. Ela deu uma ordem. Então, um troll saiu de dentro da cabana. Ele matou o goblin com facilidade e começou a correr na direção do grupo. Desmond e Alyan também correram na direção dele.
A batalha não durou muito. Alyan com um golpe certeiro conseguiu cortar um dos braços do troll. Em seguida, Desmond o feriu na perna impedindo seus movimentos. De longe, Tyr usou suas flechas e Medivh conjurou três tentáculos de água. O troll foi derrotado, mas não estava morto.
Nesse tempo a bruxa percebeu a presença dos aventureiros. Ela prendeu Morloc e atacou Alyan, o feriu gravemente com suas garras, jogando-o para longe. Todos ficaram surpresos com isso e a tensão aumentou ainda mais.
Em seguida, usando o caminho das plantas, ela atacou Medivh com galhos próximos, ele usou uma magia de ar para se defender e com isso tomou menos dano. Os demais também foram atacados, mas não sofreram danos graves. Mesmo assim, todos sabiam que a luta não poderia durar muito tempo. Era vida ou morte em jogo.
Desmond usando sua lança conseguiu feri-la gravemente, enquanto era alvejada pelas flechas de Tyr. Por fim, um ataque mágico de água foi o golpe final. Nisso, o mago e o paladino foram até Alyan. Ele estava muito mal. Medivh usou ervas e uma magia de água para curá-lo, enquanto Desmond impôs suas mãos fazendo uma prece. Alyan começou a melhorar. Foi por pouco.
A magia de trevas dissipou-se. A árvore em cima do altar voltou ao normal. Era Broc, o ent da floresta. Como recompensa por matar a bruxa, o ente disse que eles teriam sempre livre passagem pela floresta desde que usassem seus recursos sem exploração ou ganância. Além disso, o amuleto funcionaria em outras regiões governadas por entes, no mínimo eles teriam direito a uma conversa.
A noite chegou e com ela a comemoração. Comida e bebida providenciada pelo ente. Os goblins festajavam. Houve um momento de tensão nessa noite. Tyr queria matar Morloc. Os demais não concordaram com a ideia e conseguiram convencê-lo. Rangers imprevisíveis.
No dia seguinte um goblin mostrou o caminho. Saindo da floresta chegaram ao anoitecer na casa de Krun onde ficaram novamente. Foi outro momento de confraternização. Finalmente retornaram a Berz. Assim que chegaram foram convocados ao castelo. Tyr já estava longe, tinha ido a taberna. Os demais atenderam ao chamado.
Na sala estavam presentes o Lorde Batemberg, Merin, o Lorde Loth e o padre Peter. Desmond colocou o cálice sobre uma mesa no centro da sala. Um pouco depois Tyr chegou, após ser novamente “convidado”.
O conselho falou abertamente. O cálice teria dois destinos. Merin disse que deveria ir para Arcadia. Essa era a determinação da Ordem de Graal. Contudo, a ordem de Salomão queria um local mais neutro. Lorde Loth foi bem claro sobre isso.
Os Lordes explicaram os custos da viagem tão longa, sendo que no final da reunião o ranger e o mago receberam os 500 florins combinados. O conselho perguntou a todos se eles aceitariam levar o cálice a Capela de São Pedro no Vaticano e pediu uma resposta no dia seguinte.
Medivh e Tyr saíram conversando sobre o assunto. Desmond permaneceu com seus superiores e Alyan, mais tarde, em conversas e testes foi aceito por Lorde Loth como iniciante na ordem de Salomão. No outro dia, o conselho pediu a resposta.
Alyan e Desmond aceitaram. Não tinham escolha. O mago demonstrou interesse em Arcádia, mas entendia as questões políticas. Com isso, pediu conhecimento ou status para aceitar. Lorde Loth deu a ele um anel como símbolo da proteção da ordem em suas regiões. Tyr também recebeu um e ele aceitou desde que fosse a maior oferta em dinheiro. Ambos receberam adiantados 2.500 florins cada um juntamente com uma ameaça em caso de traição. O Lorde Batemberg informou que eles receberiam uma carroça para levar o baú mágico onde o cálice será transportado, mantimentos para sete dias e dois cavalos. Eles foram dispensados. Muito tinha que ser feito antes de partirem.
Um mês após a ordem do Lorde os aventureiros, junto com Merin, foram partiram para Estrosburgo. Exceto Alyan que tinha ido antes com o Lorde Loth. Saindo de Berz a estrada era movimentada. Viam-se os campos e plantações ao redor. Quase na metade do caminho, exatamente na divisa entre as cidades, havia uma pequena construção. Ao lado dele quatro homens estavam parados. Assim que o grupo tentou avançar foram impedidos por eles.
A luta foi rápida, mas muito intensa. Golpes de espadas ressoavam. Tyr com movimentos rápidos conseguiu vencer um dos inimigos rapidamente e outro logo depois. Medivh imobilizou o terceiro usando uma seta gelo, conjurada com muito esforço e concentração devido ao ferimento que recebera. Desmond e Merin finalizaram o último deles. Descobriram que vieram a mando da Ordem do Dragão para matar Merin.
Chegando em Estrosburgo foram recebidos na casa do LordLoth. Mais tarde reuniram-se em uma sala para decidir a próxima etapa da missão. Escolherem a cortina de fumaça ao invés do exército. Este último seria enviado para lutar em Praga enquanto os quatro aliados levavam o cálice a Roma. A decisão agradou mais a Ordem de Graal do que a Ordem de Salomão.
Durante duas semanas, enquanto os preparativos da viagem eram feitos, o guerreiro, o paladino, o ranger e o mago puderem explorar a cidade. Alyan e um dos serviçais ficaram de guia. Visitaram vários comércios na cidade – Leão Dourado, Gamba de Prata, Taberna Cálice Dourado. Investiram em prata considerando o futuro inimigo. Medivh comprou roupas e ainda conseguiu informações sobre a erva que encontrou na cabana da bruxa na floresta Arg.
No final do período, após quatro dias do exército ter sido enviado a Praga, eles partiram. Alyan e Desmond a cavalo. Medivh e Tyr na carroça que levava o cálice e mantimentos. O mapa incluía passar pela Basileia, Genova, Pizza, Siena e finalmente Roma. A viagem correu sem problemas até Basileia. Lá pediram comida e bebida em uma estalagem logo na entrada da cidade.
Tyr iria dormir na carroça para vigiá-la. O ranger aproveitou para visitar o bordel. Após a refeição Desmond e Medivh foram dormir enquanto Alyan continuou bebendo. Um pouco depois um home se aproximou e entregou uma carta selada.
De volta a mesa descobriram que a batalha em Praga havia começado. Eric, o homem misterioso, era feitor da ordem de Graal na cidade. Na manhã seguinte partiram para Genova. Em uma semana chegaram ao destino.
Os aventureiros foram recebidos na casa de Pablo, um nobre do alto escalão da Ordem de Graal. Ele informou sobre a batalha. Haviam sido derrotados e Lord Batemberg capturado e morto. Estrosburgo foi tomada e Berz está sitiada.
Diante dessa reviravolta, eles receberam ordens para voltar e ajudar Berz. O cálice seria levado por eles dali até Roma. Depois das formalidades todos concordaram. Após uma semana eles partiram junto com mil soldados romanos e setecentos templários sob o comando do Legate Maximinianus.
Depois de semanas de viagens, desviando de Estrosburgo, chegaram a região de Berz. Dentre as estratégias elaboradas Tyr junto com outros soldados foram capturar batedoras para obter informações do inimigo. Descobriram que eram novecentos e cinquenta homens acampados na área em frente a cidade.
O ataque começou no dia seguinte. O inimigo não esperava e o elemento surpresa garantiu vantagem, além da numérica. A batalha foi violenta. Enquanto soldados romanos e templários entravam em meio ao exército inimigo, os aventureiros lutavam no caminho aberto.
Tyr travou uma luta singular com um guerreiro hábil que usava uma espada longa. Depois de receber muitos feridos finalmente conseguiu vencê-lo. Desmond e Alyan desferiam golpes um após o outro. Medivh manteve-se na retaguarda lançando magias em inimigos próximos.
Cansados e machucados, em meio a corpos, sangue e gritos, bradavam vitoriosos. Foram até os portões de Berg. Merin os recebeu em comemoração. Os elfos que defendiam as muralhas saíram então de suas posições e foram em direção ao castelo. Assim Berz foi salva e cada um deles foi até suas casas e famílias enquanto mantimentos e água eram trazidos para a cidade.


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